De início olhava e não via
Parecia-me como o calcanhar de Aquiles
O ponto de sustentação era o tempo
O tocar do relógio em um corpo máquina
O bucho largo já havia se acostumado a engolir
Nem tanto
Há dias dinamite
Há dias de orvalho
Na ponta o lápis que escreve
O olho que pensa
E os pés que caminham
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